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Um pouco de história...

O Centro Juvenil Madre Clélia nasceu como resposta aos “gritos da juventude”. Em junho de 2000, o CASDM recebeu em doação um terreno com um sobrado, construído por voluntários em mutirão, onde funcionava a Associação de Proteção à Infância – Casa da Criança Tia Tereza, que era mantida por pessoas da comunidade do Bairro Sabará.
Por um tempo, o prédio serviu como depósito da entidade, devido às condições precárias para o atendimento e pela falta de recursos para uma reforma. Certo dia, as Irmãs foram informadas que o local estava sendo assaltado e depredado. Ao chegar, Ir. Anete encontrou 09 adolescentes que afirmaram estar brincando “no seu clubinho”.

Rezando e refletindo com a diretoria, Ir. Anete percebeu nessa “atitude rebelde” um grito por socorro, vindo da juventude abandonada à própria sorte, sem escola, sem orientação, sem um lugar seguro onde pudessem aprender, divertir-se, brincar, enfim, “crescer em estatura, sabedoria e graça”, longe das armadilhas que o mundo lhes prepara.
Após muito discernimento, as Irmãs Apóstolas junto à Diretoria, mais uma vez “arregaçaram as mangas” e começaram a arrecadar fundos para a realização da nova construção. Graças a recursos arrecadados em eventos e às inúmeras doações de empresas e benfeitores, a obra foi concluída e o que parecia um sonho quase inatingível tornou-se realidade! O novo prédio foi inaugurado em 19 novembro de 2005. No CJMC já aconteceram diversas atividades para a comunidade, tais como a Escola de Futebol e Cidadania Sabará, Projeto Jornada Ampliada (a partir de 2006) e diversos cursos como: Violão, Informática, Corte e Costura, Pintura, Panificação, Confeitaria, entre outros.
No CJMC já aconteceram diversas atividades para a comunidade, tais como a Escola de Futebol e Cidadania Sabará, Projeto Jornada Ampliada (a partir de 2006) e diversos cursos como: Violão, Informática, Corte e Costura, Pintura, Panificação, Confeitaria, entre outros.

Escola de Futebol e Cidadania Sabará

Por falar em Escola de Futebol... esse é mais um capítulo importante da história do CASDM. No ano de 2002 as Irmãs se mudaram para o Sabará, a fim de estarem mais próximas e atenderem melhor a creche e a panificadora.

Na época, ficaram em uma casa alugada em frente ao antigo campinho de areia do Sabará, quase na esquina da Estrada Velha do Barigui. Essa região era o limite de território de duas gangues que havia no Sabará: os Anjos e os Arteiros. A violência causada pela disputa de território e outros acertos com os traficantes causava muito medo e muitas mortes na comunidade. Toda semana havia algum jovem ou adolescente que perdia a vida, vítima dos confrontos entre as gangues, ou por “queima de arquivo”, por acerto de contas (dívidas) ou mesmo por serem confundidos com outros devedores...

Foi o que aconteceu com um adolescente de 15 anos, que foi baleado na frente de casa, por ter sido confundido com outro jovem que uma das gangues procurava matar. Ele era irmão de uma aluninha da creche das Irmãs. Naquele dia, a mãe de rapaz foi desesperada até a creche para pegar a menina mais cedo porque haviam matado seu filho. Ao saber do acontecimento, Ir. Anete foi ao velório e ao chegar perto do caixão sentiu em seu coração que o adolescente lhe dizia “Faça alguma coisa antes!”.

Assim, alguns meses depois, ela deu início a um trabalho com os meninos da comunidade com o futebol, reunindo-os aos finais de semana, no campinho de areia, para jogar bola. Sem recursos nem materiais nem humanos para levar à frente esse trabalho, a própria Ir. Anete foi a treinadora dos primeiros grupos da “escolinha”, que aos poucos foi crescendo e crescendo... A cada sábado chegavam mais meninos para os treinamentos, começaram a disputar – e ganhar! – pequenos campeonatos nas vilas da CIC, até que a Irmã precisou contratar um professor que fizesse o treinamento durante a semana, a fim de que pudessem participar dos campeonatos aos finais de semana. O primeiro treinador da Escola de Futebol e Cidadania Sabará foi o jovem Emerson, que permaneceu na entidade até a fundação do CISDIMI, em 2009.

Panificadora Sonho de Criança…

Ao lado do Centro Juvenil, funcionava a Panificadora Sonho de Criança, que nasceu com o objetivo de ser uma escola de panificação para a comunidade e fornecer os lanches da creche. Com o tempo passou a atender ao público e a empresas da região.

Em 2010 foi reestruturada para ampliar o atendimento, porém, devido a mudanças na legislação e aos custos com a manutenção dos funcionários, a panificadora foi fechada em dezembro de 2011. No entanto, a entidade manteve o maquinário para continuar a fabricar o pão e outros lanches para as crianças, adolescentes, idosos e funcionários das suas unidades.

Reestruturação...

Ao lado do Centro Juvenil, funcionava a Panificadora Sonho de Criança, que nasceu com o objetivo de ser uma escola de panificação para a comunidade e fornecer os lanches da creche. Com o tempo passou a atender ao público e a empresas da região.

Em 2010 foi reestruturada para ampliar o atendimento, porém, devido a mudanças na legislação e aos custos com a manutenção dos funcionários, a panificadora foi fechada em dezembro de 2011. No entanto, a entidade manteve o maquinário para continuar a fabricar o pão e outros lanches para as crianças, adolescentes, idosos e funcionários das suas unidades.
Entre os anos de 2014 e 2018, aconteceram também nesta unidade os cursos do Coletivo Coca-Cola para jovens e adultos, numa parceria entre o CASDM e o Instituto Coca-Cola. Neste período, passaram pelo Centro Juvenil mais de 2000 jovens nos diversos cursos oferecidos pelo Coletivo: Varejo e Empreendedorismo, Marketing, Eventos, Comunicação e Tecnologia.
Em 2019, com o corte de metas do SCFV pela FAS, foi encerrado o atendimento a crianças e adolescentes no Centro Juvenil e as turmas atendidas nesta unidade foram remanejadas para o CISDIMI. Por conta da pandemia da Covid19, não foi possível reorganizar nenhuma atividade com crianças ou adolescentes na unidade, assim, desde 2020 a unidade está funcionando como sede administrativa da instituição; também foi aberto um bazar permanente e foram locados espaços da unidade para atendimento psicológico e outros microempreendimentos.
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